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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Divas do Show Burlesco "Dita Von Teese"


Dita Von Teese, nascida Heather Renée Sweet (Rochester, Michigan, 28 de Setembro de 1972) é uma atriz, modelo e artista burlesca norte-americana. 


Fetichista assumida, Dita Von Teese é responsável pela reinvenção da estética pin-up dos anos 40 e 50 e do termo "burlesco" associado à arte ancestral do strip-tease, protagonista de espectáculos que incluem banho num copo de Martini gigante. 

Dita e seu famoso banho num copo de Martini gigante

O livro duplo Burlesque and the Art of Teese/Fetish and the Art of Teese é o testemunho ilustrado de uma sex symbol de luxo. Ela também é conhecida por ter sido casada com o músico norte-americano marilyn Manson, entre 2005 e 2007. O casal se conheceu em 2001 e sua relação sempre esteve ‘no olho do furacão’, devido ao estilo de vida de ambos.

Dita & Marilyn Manson
Desde criança, sempre gostou dos musicais da MGM e adorava imitar as estrelas de Hollywood da Era Dourada. Não foi preciso muito para os seus pais a colocarem em aulas de dança e representação.
Aos 16 anos, Dita Von Teese estava obcecada por moda. Enquanto trabalhava numa loja de lingerie, apaixonou-se pelos diversos estilos de roupa interior feminina. Ali, nasceu uma entertainer erótica. Desde aí que Dita sabia que se algum dia conseguisse se tornar modelo, iria fazer as coisas à sua maneira.


Depois de fazer alguns trabalhos como modelo, shows eróticos e até alguns filmes, Dita Von Teese estava pronta para a fama. Tornou-se uma entertainer a solo aos 20 anos e passado algum tempo, a Playboy reparou nela. Em 1997 a revista publicou um ensaio fotográfico de Dita e o sucesso foi tanto que muitos começaram a conhece-lá como a rainha do burlesco. Durante a sua carreira, Dita já apareceu mais de 30 vezes na revista Playboy e até foi capa em Dezembro de 2002.
Mesmo assim, o que realmente chamava a atenção eram os seus espectáculos ao vivo. Dita Von Teese recebeu ainda mais atenção depois de fazer alguns espectáculos com as Pussycat Dolls.
Dita Von Teese apareceu em vários filmes como o The Death of Salvador Dali em 2005 que lhe rendeu um prêmio de melhor Atriz no Beverly Hills Film Festival. Também fez um papel em Saint Francis em 2006 e em 2008 participou em Boom Boom Room.


Dita é a Diva do século XXI, e com suas apresentações, mostra que podemos ser sensuais e femininas sem ser vulgar.

 Xoxo Honeys

Divas do Show Burlesco "Blaze Starr"


Blaze Starr, nascida Fannie Belle Fleming em 01 de Janeiro de 1932 é uma ex-stripper e estrela americana do burlesco. Sua presença viva e o uso de adereços lhe rendeu o apelido de "The Hottest Blaze no Burlesque".


Ela também era conhecida por seu romance com o governador de Louisiana Earl Long.

 

Fleming saiu de casa e se mudou para Washington DC, quando ela tinha dezesseis anos.


Snyder se tornou o primeiro empresário de Fleming, e a incentivou a começar no burlesco e deu-lhe o nome de palco Blaze Starr. Depois ele tentou estuprá-la, no entanto, Starr deixou Snyder.


Em seus shows, Starr introduziu a dança do leque, dança do balão.

No início de 1980, Starr fez uma aparição no Mitchell Brothers 'O'Farrell Theatre, em San Francisco, Califórnia. Ela se aposentou do stripping em 1983.

 

Xoxo Honeys

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Divas do Show Burlesco "Tempest Storm"

Boa Tarde Honeys

Hoje fui no salão e pintei o cabelo de vermelho, ainda não está do jeito que eu queria, mas pra mim tá lindão já, há 23 anos que meu cabelo é preto..rs..e sempre tive vontade de pintá-lo de vermelho, tanto que na minha adolescência, na tentativa de pintar o cabelo de vermelho, passei papel crepon..rs...qual adolescente que já não fez isso, não é?!?
Mas enfim, amanhã será minha colação de grau, tô super ansiosa e feliz também. 


Tempest Storm (nascida em 29 de fevereiro de 1928) é uma stripper americana, estrela burlesca e atriz. Junto com Lili St. Cyr e Blaze Starr, foi uma das artistas mais conhecidas, através do burlesco dos anos 1950 e 1960. 


Ela é considerada uma das Pin Up's com a carreira mais longa em executar o burlesco, abrangendo mais de 50 anos. Sua estreia profissional foi no teatro El Rey, em Oakland, Califórnia. Ela adotou o nome artístico de Tempest Storm em 1950 e mudou legalmente em 1957.


Storm era uma performer regular durante muitos anos no El Rey, um teatro burlesco, em Oakland, Califórnia, bem como em clubes em torno dos Estados Unidos, incluindo, em Las Vegas. Ela era famosa por suas medidas físicas e seu cabelo naturalmente vermelho.


Tempest saiu em várias revistas masculinas e fez filmes burlescos, incluindo Russ Meyer's French Peep Show (1950), Paris After Midnight (1951), Striptease Girl (1952), Irving Klaw's Teaserama, (1955) (junto com Bettie Page) e Buxom Beautease (1956) 

Tempest Storm & Bettie Page [1955]


Vídeo de Tempest Storm & Bettie Page [Teaserama] 



Storm se aposentou oficialmente em 1995, com 67 anos, mas faz performances no palco desde então. Atualmente Tempest tem 82 anos.


Storm não fuma nem bebe e assiste a programas religiosos na TV. Aos domingos, ela liga em um canal que diz que todos podem superar os problemas. É a única religião que ela segue. Storm acredita que essa é a lição de sua vida. Ser uma sobrevivente. “Nunca parar de fazer o que você ama faz o que você é”.


“Se você quer envelhecer, então isso acontecerá”, diz. Houve homens que a desapontaram, problemas financeiros, cirurgia no cérebro. “Acredito que sou abençoada. E sei me afastar da mesa”.

Se alguns enxergam isso como uma tentativa de recuperar sua juventude perdida, ela diz que pouco se importa. Jovens dançarinas falam que ela é uma inspiração e não há motivos para não acreditar.

    Xoxo Honeys

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Divas do Show Burlesco "Lili St.Cyr"

Boa Tarde honeys
Esta semana estou super ansiosa, na quarta-feira vai ser minha colação de grau e no sábado a festa.
Portanto honeys, não sei se estarei muito presente aqui, apesar de que este blog virou meu vício. 
Prosseguindo com os posts sobre as Divas do Burlesco.

Lili St. Cyr (03 de junho de 1918 - 29 de janeiro de 1999), foi uma stripper americana que se dedicou ao  burlesco.

  
Pouco se sabe sobre a infância de Lili, ela foi criada pelos avós, o Klarquists, e tinha duas irmãs de negócios show, Dardy Orlando e Barbara Moffett.
Tendo tomado aulas de balé durante toda a sua juventude, ela começou a dançar profissionalmente como uma menina de coro, em Hollywood. Lili tinha que pedir ao gerente do clube para deixá-la fazer um ato de solo. 
Lili estreou no Music Box, em uma produção Fehnova Ivan. O produtor sequer viu o seu desempenho. Ele foi conquistado por sua aparência marcante. E o ato foi um desastre. Em vez de demitir ela, Fehnova reconsiderou, e uma nova lei foi criada em conjunto. No final da dança, a ajudante de palco puxaria uma vara de pesca, que foi anexada à Liliís G-String. Seria voar para a varanda e as luzes iam diminuíndo. Este ato famoso era conhecido como "The Flying G", e mostra como seria criativa da marca registrada de Lili.
Lili St. Cyr foi considerada a mulher mais famosa de Montreal em toda a década de 1950.  

                        
Xoxo Honeys

domingo, 8 de agosto de 2010

Divas do Show Burlesco "Ann Corio"


Ann Corio nasceu em Hartford, CT. Aos quinze anos, ela começou a executar secretamente no burlesco como uma menina de coro. Sua mãe católica resistiu no início, mas após ver Corio executar ela consentiu, "Só assim eles olham-a, mas não toque!".
Em 1936 Corio era uma estrela nos cinemas Minsky, em Nova Iorque, desenhando uma estrela de salário durante a depressão.
Como headliner nos circuitos burlesco da década de 1930 Corio era uma das favoritas dos estudantes de Harvard no Old Howard Theatre, em Boston e Ministros do Supremo Tribunal, em Washington, DC. Corio realizada com o lendário quadrinhos burlesco como Abbot e Costello e Burt Lahr, ela sempre manteve que a comédia fosse essencial para um show burlesco. Em 1940 deixou o circuito Corio burlesco, alegando que os shows eram cada vez mais lasciva e menos profissional. 
A última aparição pública de Ann Corio foi em 1993, como convidado de honra "Tradição e Transgressão Burlesque", uma conferência acadêmica organizada pela UCLA.Corio morreu em 1999 perto de sua casa em Nova Jersey. Reportagens e obituários apareceram em todo o país, em cidades onde dançou e foi amada. Embora Corio não tenha vivido para ver o revival burlesque, o movimento moderno deve muito aos seus esforços para preservar as técnicas teatrais do século XX. Ann Corio é comemorado ainda em locais como a Ann Corio Lounge em Boston, MA e em Corio no restaurante e boate em Nova York, onde o show de longa duração "This Was Burlesque" (olhando Exotic World 2008 Miss Angie Pontani) leva o seu nome de revista famosa de Corio. 


Fonte: http://www.anncorio.com/ 

 Xoxo Honeys

sábado, 7 de agosto de 2010

Divas do Show Burlesco "Gypsy Rose Lee"


Gypsy Rose Lee, também conhecida por Rose Louise Hovick/Louise Hovick, nasceu em Seattle, Washington, no dia 08 de Janeiro de 1911 e faleceu em 26 de Abril de 1970, foi uma atriz americana de filmes, teatro burlesco e escritora, escreveu em homenagem a sua mãe, a peça musical e filme "Gypsy".
Gypsy ficou inicialmente conhecida pelo seu nome do meio, Louise. Sua mãe, Rose Thompson Hovick, era casada com John Olaf Hovick, propagandista de jornal, e sua irmã, Ellen June Hovick (mais conhecida como June Havoc) também era atriz.

Mamãe Rose e suas duas filhas, Gypsy Rose e June
Depois da separação dos pais, as garotas se sustentavam aparecendo no 'vaudeville' onde o talento de June brilhava enquanto o de Louise permanecia escondido.
Os talentos de Louise como cantora e dançarina eram insuficientes para sutentar o palco sem June. Tornou-se aparente que Louise poderia fazer dinheiro com o teatro burlesco, no qual ela ganhou status lendário. Suas inovações foram um 'strip' casual, comparado as mais burlescas 'strippers' e ela trazia um senso de humor ferino ao ato também. Ela ficou famosa e mudou seu nome para Gypsy Rose Lee, se tornando uma das maiores estrelas do Minsky's Burlesque, onde ela atuou por quatro anos. Ela frequentemente era presa nos shows.
Era descrita como uma "stripper" da alta sociedade por H. L. Mencken.
Em 1941, Gypsy Rose Lee escreveu um livro de suspense chamado "The G-String Murders" que se transformou em filme em 1943, "Lady of Burlesque", estrelado por Barbara Stanwyck. Seu segundo livro, "Mother Finds a Body", foi publicado em 1942.


As memórias de Gypsy, entituladas "Gypsy", foram publicadas em 1957 e serviram de inspiração para o musical de Jule Styne, Stephen Sondheim e Arthur Laurents, "Gypsy: A Musical Fable". June Havoc não gostou da forma como ela foi retratada na peça mas foi persuadida e paga para não se opor ao desejo da irmã. A peça e o filme subsequente asseguraram uma volta de Gypsy. As irmãs brigaram. June, em troca, escreveu "Early Havoc e More Havoc", relatando a sua versão da história.
Gypsy Rose Lee continuou a apresentar um talk show em São Francisco. Em 1969, foi diagnosticado câncer nos pulmões pelos médicos, o que fez ela se reconciliar com June rapidamente antes de morrer.
Ela fundou uma das primeiras instituições dedicadas a cães chineses nos EUA, que foi vendida após sua morte para Ida Garrett e Deborah Woods.
Gypsy Rose Lee morreu em Los Angeles em 1970. Está enterrada no Cemitério Parque Inglewood, na Califórnia.  
 


As Memórias de Gypsy Rose Lee - livro

Vale lembrar, que o Show Burlesco não é apenas um mero strip tease, como muitos podem pensar, mas sim uma dança teatralizada, uma paródia sofisticada, sensual sim, mas nunca vulgar.
Nos dias atuais, o nome burlesco está mais vinculado às danças que, aliadas à uma interpretação que mescla sensualidade e comicidade, se caracteriza num gênero leve de erotismo, onde o strip tease, acompanhado quase sempre por músicas vintage, é sutil e não chega até o final. E o mais importante na dança burlesca está no despir sem deixar tudo à mostra. O famoso gostinho de "quero mais". 


Xoxo Honeys



                                                                             


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Show Burlesco

Boa Tarde honeys  

Ao contrário do que se pode pensar, o Burlesco não se trata de um grupo de strippers que se apresentam num palco, muito pelo contrário.

O Burlesco é um direto descendente da chamada Commedia dell'arte, uma forma de teatro de improviso que se realizava na Itália, muito popular entre os séculos XV e XVII. Eram pequenas companhias compostas no máximo por 10 elementos que viviam das contribuíções populares das suas performances ao ar livre.Versavam temas convencionais da época como o ciúme, o adultério, os afetos e mesmo algumas peças de comédias romanas e gregas perdidas no tempo. Muitas dessas peças romanas e gregas tinham personagens que satirizavam escândalos locais, eventos da altura, gostos regionais, etc. Ainda hoje conseguimos identificar muitas dessas personagens como o Arlequim, a Columbina, o Brighella, entre outros.  
Commedia dell'arte
(...)Sendo Commedia dell'arte uma das fontes principais de muitas das artes perfomativas modernas (ballet, marionetes, comédia, sátira, strip-tease, dança erótica, entre muitas outras) naturalmente ela acabou por ter expressão num país recente como os Estados Unidos da América. 
Ballet
O Burlesco surge assim no século XIX nos chamados Music Hall dos EUA e do Canadá, sendo estes espaços um conceito inglês, onde em resultado da urbanização e da industrialização, se criou uma espécie de teatro britânico de entretenimento popular composto essencialmente por música, comédia e performances especiais (muitas vindas do circo, como trapesistas, ventríloquos, comedores de fogo, marionetistas, entre muitos outros). Esses espaços surgiam como contraposição à ‘ordem dos teatros tradicionais’, sendo que nos ‘Music Hall’ se podia consumir álcool, estar em pé, sentar-se em mesas, muito mais próximo da cultura popular da época e consequentemente menos elitista. 
Cartaz de 1898 de um espetáculo burlesco americano
Ao Burlesco, nos E.U.A. e Canadá, junta-se uma linguagem específica,  o Vaudeville (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade), que era uma forma de arte que se afirmou essencialmente desde o início de 1800 até 1930 e foi buscar as suas origens aos espetáculos que se realizavam nos saloons, freak shows e nos chamados Dime Museums (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas), bem como à literatura burlesca.  Todos os dias nos já referidos Music Hall eram apresentados uma série de performances sem qualquer relação entre eles, desde músicos (clássicos e populares), dançarinas, comediantes, animais amestrados, mágicos, imitadores, acrobatas, pequenas peças de teatro e inclusive, pequenos filmes.     

O Burlesco se trata assim, de uma rica forma de arte musical e cômica nos Estados Unidos da América que remonta aos anos de 1830/40 e que se foi redefinindo ao longo de décadas até essencialmente 1960. No seu início, no século XIX, o Burlesco teve um papel fundamental na mudança de costumes, principalmente na visão sexual da mulher. Pela primeira vez a mulher norte-americana podia mostrar o seu corpo.

Assim, no século XIX o termo burlesco era ainda usado para um conjunto de espetáculos cômicos, que pretendia satirizar o modo de vida das elites sócio-econômicas dos E.U.A. e da Inglaterra. 
O declínio do Vaudeville e do Burlesco inicia-se com a afirmação do cinema no início do século XX e com a utilização daqueles espaços populares usualmente utilizados por esses espetáculos, para a apresentação de películas cinematográficas. 

O Vaudeville e o Burlesco acabaram por fazer a sua migração para outras plataformas de exposição pública, como a rádio e a televisão. Hoje assiste-se a um revivalismo do Burlesco e do Vaudeville, que se iniciou nos anos 90 com alguns grupos interessados em renovar e revitalizar esta expressão de arte, essencialmente em Nova York e em Los Angels. Essas iniciativas nos anos 90 de rivivalismo permitiram inspirar toda uma nova geração de performers nos E.U.A. e no Canadá, constituindo-se hoje como uma verdadeira expressão de cultura popular, à semelhança da sua origem. Hoje o novo Burlesco é composto por muitas artes perfomantivas, inter-disciplinares, incluíndo desde o striptease (de uma forma muito mais sensual e menos sexual que no seu início), adereços vistosos, humor negro, cabaret, magia, entre muitas outras expressões de arte perfomativa. 
 
Algumas pics de mulheres que fizeram história no Show Burlesco
Sarah Bernhardt (1844-1923), diva do teatro francês, leva a fama de ser uma das pioneiras do strip-tease
Gypsy Rose Lee (1911-1970), além de tirar a roupa, divertia a plateia com textos espirituosos e bem-humorados
Ann Corio (1914-1999), ficou conhecida por seu show inocente, no qual mostrava pouco o corpo 
Lili St. Cyr (1918-1999), ex-bailarina clássica, ela era a mais refinada e classuda das strippers
Tempest Storm (1928), ao contrário da maioria das strippers, a ruiva da Geórgia não precisava inventar moda nos palcos para ganhar fama. Seus seios levavam as plateias ao delírio e lhe garantiram a fama
Blaze Starr (1932), famosa nos anos 60, ficou conhecida por ser um vulcão em cena
Dita Von Teese (1972), é uma devotada fã de Bettie Page e das estrelas do teatro burlesco. Suas apresentações e figurinos homenageiam pin-ups e estrelas do strip-tease.

É muito bom saber que tudo tem um porque, que não começou do nada, que o burlesco iniciou-se no século XV, ou seja, tem história, apesar de ter sumido por algum tempo.
Nos próximos posts, saberemos mais da história destas mulheres que deixaram a sua marca no Show Burlesco.

Xoxo Honeys


 
 
 
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